No âmbito do Projeto Ecossistemas Marinhos, o Clube Experimenta Ciência, em trabalho conjunto com os professores do 1º Ciclo de Figueiró do Campo realizaram uma visita de estudo à Figueira da Foz, no dia 20 de abril.
Os alunos do décimo primeiro ano, turmas A, B e C, da Escola 3/S Martinho Árias de Soure, deslocaram-se ao Auditório de Espinho, no passado dia 16 de fevereiro, a fim de assistirem à representação da peça de teatro “Frei Luís de Sousa” de Almeida Garrett.
Este espetáculo teatral corresponde à encenação de um texto dramático que é objeto de estudo nas aulas de Português, pelo que, deste modo, os alunos puderam contactar com uma obra que, segundo Eugénio Lisboa, trata um tema de “lancinante relevância do homem que vai para longe – por motivos de aventura, de guerra, de emigração ou seja por que razão for – e é dado como desaparecido ou morto, regressando, depois, para descobrir que já não tem família ou que a sua família já não é sua, por se ter, entretanto, reconstituído – é um tema eminentemente em vigor.”.
Os alunos puderam também constatar, através de uma experiência pessoal, a diversidade de elementos utilizados na transformação de um texto dramático em espetáculo, apresentado ao público, em palco. Esta manifestação cultural contou com a encenação de João Nuno Esteves, conceção musical de José Manuel Almeida e representação dos atores João Nuno Esteves, Vera Silva, Fernando Dinis e Sandra Balcinha, da Casa dos Afectos.
No dia 16 de novembro, nós os alunos do 5º Ano, fizemos uma visita de estudo às Ruínas de Conímbriga.
Iniciamos a nossa visita junto à antiga estrada romana que tantas vezes comerciantes, personagens ilustres ou até simples visitantes percorreram para entrar na cidade. Pudemos tomar contacto com vestígios da civilização romana: observamos algumas casas romanas, de onde se destaca, a casa dos repuxos; o balneário público; o Fórum, o anfiteatro e o aqueduto, mandado construir por Augusto para abastecer a cidade.
Ao visitar Conímbriga é necessário passar também pelo museu monográfico inaugurado em 1962, e que guarda e expõe os achados. O espaço destinado ao museu é muito restrito o que levou a que as peças expostas fossem previamente selecionadas de modo a abranger as mais diversas áreas. Pudemos, através dos expositores, recolher informação que vai desde a numismática, às atividades rurais e artesanais e até mesmo ao lazer.
Assim preenchemos a manhã, visitando as ruínas, depois um momento de pausa para lanchar, e de seguida o museu.
Gostamos muito do que vimos, foi uma maneira diferente de aprendermos e vermos com mais pormenor alguns assuntos que já tínhamos dado nas aulas de História e Geografia de Portugal.
Chegamos à escola pelas 13 horas.
No dia 31 de Maio a nossa escola foi fazer uma visita a alguns locais de Aveiro.
Fomos visitar a fábrica da Vista Alegre onde fizemos o safari mágico e pintamos um prato.
Lanchámos e fomos visitar o Ecomuseu Marinha da Troncalhada. Lá vimos como se faz o sal. Vimos também um ninho com 3 ovos.
Depois almoçámos no parque e de seguida apanhámos o barco para S. Jacinto. Lá visitámos o quartel militar. Vimos dois filmes sobre o que fazem os pára-quedistas. O passeio correu muito bem.
Todos os meninos adoraram a viagem de barco.
Após análise das fotografias apresentadas a concurso pelos alunos de Espanhol que participaram na visita de estudo a Mérida e a Cáceres, os professores da disciplina decidiram atribuir o primeiro prémio à aluna Tânia Mendes, e o segundo prémio à aluna Sofia Venâncio, ambas do 11º E. As alunas receberam, respectivamente, um CD + DVD do Ricky Martin (Edición Limitada, 17 años de carrera) e o CD Ricky Martin – La Historia.
1º Prémio – Anfiteatro romano em Mérida (Tânia Mendes)
2º Prémio – Ponte romana em Mérida (Sofia Venâncio)
Entre os dias 13 e 17 de Abril último, um grupo de 22 participantes de Soure teve o privilégio de passar 5 excelentes dias em território Irlandês – não só na República da Irlanda mas também no Norte da Irlanda. Ao longo desses dias, visitámos não só as cidades capitais e seus ex-libris como também tivemos oportunidade de conhecer a outra face desta magnífica ilha: a Irlanda rural, de campos soberbos com culturas ou pastagem para animais. Estando num país de Expressão Inglesa, não faltaram oportunidades para desenvolver a intercomunicação! Nada, de facto, como in loco, para aprender, apreciar e saborear até a gastronomia nos pubs mais típicos. Na denominada Ilha Esmeralda, devido à elevada precipitação, até o sol nos brindou com a sua presença envergonhando a chuva durante toda a nossa estada J
Mais uma visita que se pautou pelo sucesso em que todos os objectivos foram plenamente atingidos; bem haja a todos os participantes que proporcionaram momentos fantásticos bem como a todos aqueles que, de uma forma ou de outra, tornaram esta visita possível.